15 de junho de 2008



8 comentários:

Alina Chau disse...

Beautiful!

Anônimo disse...

Como não quero ser repetitivo.
!Sem comentários!
AMoreira.

JoguL disse...

Grande Irmão,
Estou feliz de ter você de volta!
Como os nossos novos visitantes vão saber da sua opinião se você não se repitir, constantemente...

Abraço,
João Guilherme.

Anônimo disse...

Meu comentário de sempre, é sobre a arte genial de Milazzo.
E genialidade não se descute, como traços simples, Milazzo faz arte em história e Quadrinhos.
AMoreira.

Anônimo disse...

A experiência que o Milazzo fez combinando seu estilo de desenho com surrealismo ficou simplesmente demais.

Matheus Lopes

Roberval disse...

Nada a ver com o desenho, cada vez mais minimalista do mestre. Uma dúvida me corrõe há tempo e a lanço pra vcs, João, Lucas e demais colegas. Se o Ken Parker foi inspirado no Redford em "Mais forte que a vingança" aos poucos ele vai ficando narigudo e com o rosto magro como uma versão do próprio Milazzo (excetuando aquelas histórias em que o desenhista não é o próprio). O quê vcs acham?

JoguL disse...

Grande Mário,
Todo desenhista, e disso você sabe muito bem, conforme vai dominando a personagem impõe-lhe a sua personalidade, o seu traço, sua assinatura. Ken Parker pode ter sido inspirado em Redford, mas o scout é esse narigudo de rosto magro que, pouco a pouco, foi surgindo. Há um tempo atrás, no Grupo BonelliHQ eu chamei a atenção para o fato de que Milazzo, hoje, reduziu tanto os traços que compõem Ken Parker que o descaracterizou: Rifle Comprido está mais jovem, mais cabeludo, perdeu suas costeletas que o marcavam tanto quanto o nariz... (ver poster que deu origem à estátua da Infiniteststatue e capa da edição comemorativa de 30 anos, da Panini - os últimos Ken Parker que Milazzo desenhou oficialmente). Veja na postagem de hoje, Era uma vez o Oeste, aquele Ken Parker de Soleado é, na minha opinião, a personagem de Milazzo, o meio termo de Rifle Comprido (Redford) e o que Mestre vem desenhando ultimamente.

Quanto ao desenho do kiowa que utilizei em Um dia de Picasso, foi extraído de UM HOMEM INÚTIL, convenhamos, um exemplo magnífico de simplificar, ao extremo, um claro e escuro...não lembra Don Quijote, do mestre Pablo?

Abraço,
João Guilherme.

Anônimo disse...

Pessoal.
Na realidade este desenho é uma técnica baseada na teoria do fechamento, chamada Gestalte, que consiste em usar o claro e escuro, fechando o desenho sem usar linhas, traços e etc.
Essa eu aprendi lá na EPA.
He, he, he.
AMoreira.