29 de dezembro de 2009

Ninguém melhor descreveu o sertanejo nordestino que Euclides da Cunha e poucos encarnaram tão bem esse Hércules-Quasímodo como Antonio Cedraz. Esta entrevista é um reconhecimento ao adolescente que, na Jacobina dos anos 50, acreditou ser possível desenhar como Marjorie Henderson Buell e ao homem que ousou criar sua própria editora, publica seus próprios projetos e divulga, nas escolas, o seu trabalho: o papai do Xaxado, Mestre da HQ Nacional por direito, que prefere Tex a Ken Parker (está desculpado). Um dia, Cedraz foi homenageado por Ivo Milazzo. Hoje, retribui o carinho com um desenho belíssimo, Rifle Comprido assume ares de um típico sertanejo do nosso Nordeste, meio que desengonçado, como assim descreveu o autor de Os Sertões, mas pronto para surgir como um titã acobreado e potente.


Cedraz é, antes de tudo, um teimoso.


01- Conte-nos, quem é Antonio Cedraz?

Antonio Cedraz é um cabra vindo do interior, cidade de Jacobina. Tem 64 anos e muitos sonhos para serem realizados. Sou
pai de três filhos e avô de três netos.

02- Quando surgiu seu interesse pelos quadrinhos? E quais quadrinhos lia nessa época?

Quando cheguei em Jacobina, descobri essa coisa mágica que são os quadrinhos. Texto e imagem convivendo numa mesma revista. Nessa época eu lia tudo que aparecia em quadrinhos, faroeste, terror, aventura, guerra, ficção, humor e principalmente os infantis. Mas meu predileto era mesmo Tarzan e depois Tex.

03- O intere
sse por quadrinhos veio primeiro do que pelos desenhos? Como o senhor aprendeu a desenhar?

Antes eu pensava que não se fazia desenhos no Brasil, depois vi um garoto desenhando e fui tentar desenhar também. Gostei do resultardo e resolvi ser desenhista. Aprendi a desenhar copiando os autores com quem mais me identificava.

04- Seu traço possui semelhança com personagens de Maurício de Souza, ele é sua maior influência? Que outros artistas influenciaram seu traço, seu trabalho?


O Maurício foi uma grande influência, mas bebi na fonte de Marge (Luluzinha e Bolinha), Disney, e dos brasileiros Orlando Pizzi, Izomar e Igayara.

05- O s
enhor, hoje ainda lê quadrinhos?

Claro que sim, mas não todos. Hoje escolho mais os que me agradam. Já li muito super-herói, mas hoje não leio mais. Estão muito chatos. Prefiro um bom Tex, Ken Parker ou quadrinhos brasileiros. Tenho descoberto muitos quadrinhos brasileiros muito bons.

06- Qual foi seu primeiro trabalho publicado? Foi na Bahia?

Meu primeiro trabalho publicado foi numa editora de São Paulo (não me lembro o nome) depois na Edrel.

07- Quando criou a Turma do Xaxado?

Em 1998.


08- Seu trabalho é
voltado para as crianças, qual sua relação com elas?

As crianças são sinceras e muito criativas. Quando vou às escolas fazer algum bate-papo, me divirto muito com as perguntas criativas das crianças.

09- Xaxado já saiu em livros didáticos de diversas editoras.

Qual sua relação com as escolas e qual a opinião do senhor para a utilização dos quadrinhos em sala de aula?


Utilizo as escolas como meio para vender e difundir o meu trabalho. Hoje os quadrinhos são usados para incentivar
a leitura e procuro mostrar isso em minhas palestras e em meu trabalho.

10- Muitos afirmam que seu trabalho é regionalista, voltado ao público nordestino. Eu acredito mais na universidalidade do seu trabalho, por tratar, sobretudo, de temas humanos e de compreensão para qualquer povo, não importando o lugar onde se vive. Qual sua opinião a respeito?

Uma vez um autor bai
ano me falou que eu nunca ia fazer sucesso com o Xaxado porque ele era muito regional. Engraçado que o sucesso do Xaxado é justamente por ser regional. Quanto à universalidade, já recebi e-mail até de Portugal. Só alguns editores de jornais ou revistas que falam isso como desculpa para não publicar. O Xaxado já foi publicado no maior jornal de Porto Alegre, O SUL, e fez muito sucesso.

11- O senhor criou a Editora Cedraz, poderia nos falar um p
ouco sobre sua produção editorial? O custo das edições, paga-se com as vendas ou o senhor tem que tirar do próprio bolso?

Criei a Editora Cedraz para poder ter onde publicar os meus trabalhos. Nenhuma editora queria publicar então peguei uma grana minha e montei uma editora. Hoje já temos mais de 20 títulos do Xaxado, alguns já em 3ª edição. As vendas pagam os custos e ainda sobra algum para investir em outra edição ou outro título. Além da Editora Cedraz o Xaxado é publicado na Editora Paulinas. Tenho um livrinho, Vamos Rezar, que já está na 4ª edição, em cerca de dois anos.

12- O mercado editorial brasileiro vem crescendo bastante
ultimamente, abrindo espaço para autores nacionais e uma variedade maior de trabalhos de vários estilos nos quadrinhos. Como isso tem beneficiado o senhor?

Até agora não me beneficiou muito não...Minhas publicações são vendidas praticamente na Bahia. O maior favorecimento é na divulgação. Estão divulgando mais o
s autores brasileiros.

13- Como é feita a distribuição do seu material?

Eu tenho uma pessoa que faz contato com as escolas e monta uma feirinha. Eu vou lá faço uma palestra falando do meu trabalho e depois vendemos os livros. Estou pretendendo fazer uma distribuição maior, mas às vezes as vendas não compensam e não pagam nem o porte dos Correios.

14- Além da turma do Xaxado, quais outros personagens o senhor já criou e o que pode vir de novo por ai?


Já fiz muito
s personagens. Os mais conhecidos foram o Joinha, que marcou época e ainda é lembrado por muitos leitores e o Pipoca. Ambos foram publicados em várias partes do Brasil, em jornais e até no exterior. Tenho também a Mutuca, uma garota que joga futebol, mas engavetei tudo e atualmente só estou fazendo a Turma do Xaxado.

15- Fale-nos dos prêmios ganhos e sobre ser considerado Mestre da HQ Nacional.

Mestre, eu nunca me considerei. O título foi uma homenagem aos meus muitos anos de luta para fazer quadrinhos. Tem também seis prêmios HQMIX e outros.

16- Fale-nos sobre o Projeto Xaxado Itinerante.

O Projeto Xaxado Itinerante é para comemorar os 10 anos do Xaxado. Consta de uma exposição de tiras do Xaxado desenhadas por colegas do Brasil todo. Infelizmente, por causa do tempo, não pude convidar muitos outros artistas que certamente gostariam de ter participado e mereciam estar presente. Fica para a próxima. O projeto vai percorrer algumas cidades da Bahia e quem sabe de outros Estados. Já estão me convidando.

17- Fale-nos um pouco sobre a participação desses artistas.

Fiz o convite aos que me pareceram mais receptivos e eles toparam sem questionar. Todos estão na exposição e também no livro. O livro está ficando muito bonito.

18- O livro, na verdade, é uma edição muito especial, 1000 tiras em quadrinhos da Turma do Xaxado. Como o personagem já possui mais de 2.500 tiras, como foi o processo de escolha de qual tira entra
va e qual ficava de fora? O senhor participou dessa seleção?

2.500 tiras não. Já passamos de 3.800 e vem mais por aí. De última hora deixei de fazer a escolha e resolvi publicar em ordem sequencial da tira 2.000 até a 3.000. Foi mais fácil e menos doloroso.

19- Xaxado já foi tema de dissertação de mestrado. Como é ver o seu personagem ganhar asas, além dos limites propostos inicialmente: Os quadrinhos?

Surpreendente. São coisas que não podemos imaginar. De repente chega um cara que você não conhece e pede uma entrevista para uma tese de mestrado. No princípio você fica incrédulo; como pode uma historinha contando das coisas do meu sertão estar despertando tanta curiosidade? É incrível! É muito bom, significa que você não está nessa vida só passando, você está também contribuindo.

20- Vamo
s a KEN PARKER. Quando o senhor conheceu o personagem?

Leio o Ken Parker desde o início. Eu comprava sempre as revistas do Tex e quando vi um faroeste diferente nas bancas comprei e gostei muito. A proposta é muito diferente do Tex e mais trabalhada. No entanto prefiro mais o Tex (desculpe) por ser mais popular. Gosto das coisas populares.

21- O que acha do trabalho de Berardi e Milazzo?

Muito bom. Um enredo cativante e um traço marcante.

22- Qual desenhista que trabalhou com o personagem o senhor prefere?

Desculpe, não sei dizer, preferia quando era desenhado pelo Milazzo.

23- Poderia citar as cinco melhores histórias que já leu?

Não. Gosto mais da primeira fase. A fase atual não me agrada muito.

24- E as cinco piores?

Não sei.

25- Além de KEN PARKER, qual outro trabalho da dupla o senhor conhece?

Não lembro.

26- Em uma de suas visitas ao Brasil, Milazzo, a pedido do seu amigo Wagner Augusto, editor do CLUQ, desenhou Xaxado junto com KEN PARKER. O que o senhor achou dessa homenagem?

Wagner é um amigão meu de São Paulo e foi ele quem pediu ao Milazzo para desenhar o Xaxado. Foi surpreendente. Magnífico!

27- Claro que nosso blog tem uma proposta, e esperamos que o senhor aceite-a. Como uma retribuição a Milazzo e para deleite nosso e de nossos leitores, o senhor poderia fazer um desenho de KEN PARKER junto ao Xaxado?

Vou fazer o desenho sim, me dê só mais um tempinho. Depois
da bienal, eu faço.*

*Cedraz respondeu a estas perguntas dias antes da realização da Bienal do Livro da Bahia, enquanto cuidava do Projeto Xaxado Itinerante. O desenho ao lado foi realizado depois do evento.

28- Mestre, fica aqui nosso eterno agradecimento, por essa magnifica entrevista e esperamos contar com novas colaborações do senhor, quem sabe já na próxima Semana do Quadrinho Nacional? Janeiro de 2010! Prepare-se!

Sempre as ordens. Que venham as surpresas. Gosto muito de ser surpreendido.



Lucas Pimenta

25 de dezembro de 2009

O Natal de Chemako

Um presente do amigo AMoreira



KPBlog

24 de dezembro de 2009

O carinho do amigo Adauto Silva



KPBlog

19 de novembro de 2009




A personagem que contracena com KEN PARKER é Patrícia Carla. Meu amigo André Leal criou Patrícia para correr de blog em blog, sempre aparecendo para uma rápida visita... Para onde seguirá? Essa decisão cabe ao artista do blog onde ela deu a última passada, e por ai vai...Desta vez, Patrícia veio conhecer o KEN e em breve vai partir daqui para outros ares...


...

André Leal nasceu em Salvador e começou a desenhar como todo mundo, com lápis e giz de cera, no jardim de infância, ainda antes de aprender a ler e escrever. Fã de Manara, Moebius, Liberatore, Serpieri e John Findley - das páginas da revista Heavy Metal americana; Frank Cho, Adam Hughes e Vittorio Giardino – pela Internet – também são grandes influências. No final dos anos 90, entrou para a faculdade de Filosofia na UFBA (Universidade Federal da Bahia) e, numa das matérias, passou fazendo um trabalho que era, em parte, uma HQ sobre Santo Agostinho. Leal gosta de usar amigos e parte de suas histórias para interagir com personagens inventados em suas HQs, tendo publicado em diversas revistas, livros, jornais e sites, tais como Front, Superinteressante, VIP, TRIP, A tarde, Correio da Bahia e outros. Trabalhando como freelancer, Leal faz ilustração e quadrinhos, ouvindo música o dia inteiro.
.
......
Sites do André Leal:
....

Por onde a Patrícia já passou:
.
.
Lucas Pimenta

13 de novembro de 2009




Giancarlo Berardi e Giorgio Cavazzano
Ken Parker Magazine 36 (Jan/96 - SBE)
Extraída do livro Il Riposo del Guerriero (Hazard Edizioni)



KPBlog

24 de outubro de 2009


20 de outubro de 2009





Il Burrone
. idealização e roteiro de Giancarlo Berardi . desenho de Giorgio Cavazzano . publicada na Ken Parker Magazine 31 (Ago/1995 - SBE) . republicada (e extraída) no livro Il Riposo del Guerriero (Hazard Edizioni)





KEN PARKERBlog

16 de outubro de 2009

Setembro de 2000. .A Mythos Editora decide atender aos fãs e lança a sua revista KEN PARKER. ..A princípio, para testar o mercado, publica em forma de mini-série, os episódios SILÊNCIO BRANCO, OS SELVAGENS, HORAS DE ANGÚSTIA e ETERNO VAGABUNDO em três edições mensais.



Uma curiosidade, os números 2 e 3 foram às bancas de São Paulo em outubro, embora conste no expediente deste último: novembro de 2000.



  • A coleção da Mythos tem como base a KEN PARKER Collezione, publicação da Sergio Bonelli Editore (SBE) que reúne apenas as histórias oficiais de Rifle Comprido lançadas na KEN PARKER Magazine (Parker Editore – SBE).



João Guilherme

13 de outubro de 2009

A arte de Giorgio Trevisan
novo papel de parede para o seu monitor






10 de outubro de 2009









TEX no BRASIL
O livro de GG Carsan
Tiragem limitada




KPBlog

4 de outubro de 2009




De todas as situações ridículas e constrangedoras em que Giancarlo Berardi e Giorgio Cavazzano colocaram Rifle Comprido, na série Funny KEN, nenhuma se compara a esta...



...claramente inspirada em um momento de PÁLIDAS SOMBRAS, breve história do ciclo IL RESPIRO E IL SOGNO, publicada, no Brasil, pelo Cluq (Clube dos Quadrinhos).













KEN PARKERBlog

1 de outubro de 2009




AMoreira e sua brilhante interpretação de "Aquele que não se Lembra"


João Guilherme

22 de setembro de 2009



KEN PARKERBlog

9 de setembro de 2009


KEN PARKERBlog

3 de setembro de 2009


KEN PARKERBlog

30 de agosto de 2009













KEN PARKERBlog

27 de agosto de 2009

Um dos originais mais desejados de Milazzo.




KEN PARKERBlog

23 de agosto de 2009

Acquarello realizzato per una copertina ad oggi inedita
Aquarela feita para uma capa até agora inédita


a

KEN PARKERBlog

21 de agosto de 2009

Corrado Mastantuono: Omage to Ivo Milazzo
a



KEN PARKERBlog

18 de agosto de 2009

Arte: Ivo Milazzo. LAR DOCE LAR, Editoriale Cepim ( jun/1980). aaaaaaaaa a

KEN PARKERBlog

14 de agosto de 2009


Toda a KEN PARKER Collection é especial. A Panini Comics .presta, assim, .uma .homenagem .merecida .à dupla Berardi & Milazzo, publicando sua obra em 45 edições mensais (mai/2003 a jan/2007): A saga de Rifle Comprido (mesmo as histórias que não fazem parte da cronologia oficial – QUACK, IL RESPIRO E IL SOGNO e IMMAGINI); Tiki, o indiozinho carajá; Tom’s Bar; Fantasia; Welcome to Springville (Berardi-Renzo Calegari-Milazzo); O Homem das Filipinas; Marvin, O Caso de Marion Colman; Giuli Bai & Cia.; As Aventuras adea Sherlocka Holmes (Berardia-aGiorgio Trevisan).

Quanto ao número 31 da coleção - nosso post de ontem - é diferenciado por apresentar, pela 1ª vez em edição popular (4,90 Euros), o ciclo IL RESPIRO E IL SOGNO, que reúne as histórias FILHOTES, SOLEADO, A LUA DA MAGNÓLIA EM FLOR e PÁLIDAS SOMBRAS (Cluq, em 4 volumes), com a beleza das aquarelas de Ivo Milazzo e excelente qualidade gráfica. QUACK, homenagem ao Pato Donald, encerra a parte colorida...ONDE MORREM OS TITÃS (Cluq) e UM HÁLITO DE GELO (Editora Ensaio), em P&B, fecham a edição.

Outro motivo que faz da KEN PARKER Collection 31 muito especial, foi minha primeira aquisição de IL RESPIRO E IL SOGNO... isso não tem preço. Ou tem?


João Guilherme

13 de agosto de 2009

KEN PARKER Collection 31
Novembro de 2005
Panini Comics - Itália



Uma edição para lá de especialaaaaaaaaaaaaa
a
a
KPBlog

10 de agosto de 2009

ESKI KIN (Ódio Antigo)
publicação: Aksoy Yayincilik
março de 2000 - Turquia



















KEN PARKERBlog

9 de agosto de 2009

KEN PARKERBlog

1 de agosto de 2009

Quadrinhos e educação, uma parceria de sucesso.

Todos nós, amantes da nona arte, sabemos do poder que a linguagem dos quadrinhos possui para auxiliar, como ferramenta importante, o desenvolvimento da educação.

Tendo em vista isso, os autores Angela Rama, Waldomiro Vergueiro, Alexandre Barbosa, Paulo Ramos e Túlio Vilela, fizeram um excepcional trabalho de pesquisa, que resultou no livro "Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula", Editora Contexto.

Com tudo isso, foi inevitável não pensar na utilização dos quadrinhos de KEN PARKER em um projeto como esse, devido a inquestionável qualidade das histórias de Rifle Comprido, criadas pela dupla Berardi e Milazzo. Quando, pego de surpresa, comecei a ler o capítulo "Os quadrinhos na aula de história."

Nesta parte, os autores citam a obra da dupla italiana, como quadrinhos que podem ser trabalhados em sala de aula.

Segue abaixo, apenas para fins de divulgação, o trecho dedicado a KEN PARKER, no livro:

"Outro bom exemplo de série em quadrinhos cuja a maior parte dos roteiros trata de situações e personagens verossímeis é a de KEN PARKER, criação dos italianos Giancarlo Berardi (roteirista) e Ivo Milazzo (desenhista). Diferente dos outros heróis de faroeste, KEN PARKER (criado em 1974, à imagem e semelhança do ator norte-americano Robert Redford) prefere usar a inteligência e o diálogo aos punhos e ao revólver. Narradas em um tom intimista e reflexivo, suas aventuras mostram um faroeste habitado por homens e mulheres de carne e osso, pessoas sujeitas a falhas e paixões humanas, bem diferente da imagem romântica e épica, difundida nos velhos filmes de bangue-bangue, produzidos em Hollywood. Tema constante nas histórias de KEN PARKER, e sempre mostrado de forma crítica, é a intolerância: o racismo em relação ao negro, ao índio, ao imigrante etc."


Lucas Pimenta.-

28 de julho de 2009

Renato Polese


Artista romano, nascido em 27 de abril de 1924, colabora com a SBE desde 1967, quando começou a ilustrar alguns episódios da fantástica saga, História do Oeste de Gino D'Antonio. Polese, ainda voltou a trabalhar com D'Antonio na divertida série de western, Bella e Bronco. Pela SBE trabalhou também em títulos como Nick Rider, Mister No e Zagor.

Seu primeiro trabalho com KEN PARKER é RAÇA SELVAGEM (KP 48), seguido de HISTÓRIAS DE SOLDADOS (KP 50 - episódio Um Cavaleiro no céu) , PRÓXIMA PARADA STOCKTON (KP 51) e JOGOS DE MENTIRAS, ilustrada em parceria com Ivo Milazzo na primeira parte e sozinho na segunda (KP 10 e 11 - Mythos).
aaaa





KEN PARKERBlog