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adas que melhor podem aproximar a Nona Arte da escola. Mais de 80% do material sempre é em português, mas incluímos também algumas preciosidades em outros idiomas, que acreditamos úteis”.KENPARKERBlog




iah Johnson, filme que inspirou Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo a criarem o nosso KEN PARKER, faleceu na manhã de ontem, na Califórnia.
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e reúne as primeiras 59 capas de KEN PARKER. Arte inédita de Milazzo e apresentação de Giancarlo Berardi, "O meu amigo se chama Ivo e usa aquarela".
ões da mesma morte, nossa postagem de ontem, tinha um objetivo: abrir espaço para o que vamos aqui abordar, uma verdadeira lambança que a Sergio Bonelli Editore (SBE) cometeu quando publicou e republicou A TERRA DOS HERÓIS (KP 12 – Mythos), esse marco na história das Histórias em Quadrinhos.













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nífico desenho a bico-de-pena, sua paixão, ele subverte a arte de Milazzo para INCÊNDIO EM CHATTANOOGA. Transforma um resgate em um momento de pura sensualidade, KEN PARKER é um gigante e aquela que ele salva, sua presa. As labaredas, o perigo, os bombeiros...apenas plano de fundo. À direita a capa de KP 22 (Vecchi/CLUQ). Fotos de Antonio Carlos Moreira são comuns por aqui. Sua arte, sua vida, sua alegria estão em uma bela entrevista que concedeu ao KEN PARKERBlog em 17 de março de 2008, vale a pena rever: http://kenparker.blogspot.com/2008/03/amoreira-arte-do-bem-viver-01-em-poucas.htmlJoão Guilherme


Novamente as cores não são de Maurizio Mantero, responsável pelo colorido de quase todos os episódios da KP Collana West, com exceção de RIFLE COMPRIDO, MINE TOWN e UM HÁLITO DE GELO, trabalho de Milazzo, autor das capas das duas edições.
Uma nota curiosa, o colorista que se ocupou do álbum lançado em maio de 2003, não teve seu nome divulgado nos créditos. Seu trabalho, segundo os críticos, é considerado inferior ao de Mantero. Confiram e decidam.
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O que o número 22 da KP Coll
ana West (Edizioni L’Isola Trovata), distribuído em junho de 1987, formato 22 X 28 cm e o álbum de luxo, 23 X 30 cm, lançado em abril de 2004, pelas editoras Lizard (Itália), LIGNE D’OMBRE (França), Norma (Espanha) e Asa (Portugal) têm em comum? LAR DOCE LAR, 30º episódio de Rifle Comprido, texto de Berardi, desenhos de Milazzo.
E em que essas duas publicações diferem? Em suas cores!
A edição da Collana West recebeu as tintas de Maurizio Mantero, braço direito de Berardi, enquanto que o cartonado as pinceladas de Marco Soldi, capista oficial de Júlia. Qual o melhor trabalho? A melhor técnica? Isso é muito pessoal...nós, simplesmente, nos propomos a mostrá-los. Escolham.





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os meses, leitores de quadrinhos estão encontrando pequenos (ou grandes) deslizes em seus gibis preferidos: é o herói que, do nada, aparece sem o lenço no pescoço, um balão sem texto, um chapéu que surge quase por mágica, páginas espelhadas e aqueles lápsos de ortografia. Mas o erro faz parte do exercício do trabalho. Só não erra quem não põe a mão na massa, portanto, a perfeição é própria dos que não realizam.
falha gritante que ocorreu em SANGUE VERMELHO, KP 49 (episódio publicado pela Vecchi e CLUQ). Considerando que a SBE (na época Editoriale Cepim) não divulga o nome de possíveis arte-finalistas, vou creditar a derrapada a Sergio Tarquinio, desenhista da edição em questão. A pergunta é simples, Helmer Cohen, chefe da quadrilha que assaltava e chacinava comboios militares para roubar armas, era careca ou não?
páginas antes de desaparecer em um poço de areia movediça. Terá o pavor capacidade de fazer crescer, instantaneamente, cabelos? Esta é uma boa tese com que se preocupar! Bem, as imagens estão aí e não me deixam mentir...Não, não me refiro aos possíveis milagres do medo, mas a falha de Tarquinio, que desenha magníficos cavalos.
Um desenho inédito de Frisenda
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“KEN PARKER é um homem de hoje, com os problemas de hoje. Não tem nenhuma certeza, nenhuma segurança, vive dia após dia com seus próprios ideais, buscando ardentemente, desesperadamente, corajosamente e dolorosamente ser coerente”, assim Berardi define sua maior criação e foi isso que encontramos em toda a saga de Rifle Comprido: Um homem. Sensível, guerreiro, solidário, vingativo, apaixonado, desiludido, leal, incompreendido. Um homem de todas as partes do mundo e todas as épocas.
Berardi, simplesmente, não narra as aventuras de um americano nascido em Buffalo, Wyoming, em 1844, que passa a vida com seu rifle Kentucky e seu cavalo adestrado, convivendo com ursos, índios, soldados, bandidos, xerifes, dançarinas de saloon e doses de whisky.

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é uma releitura de parte da história dos Estados Unidos da América. Da extinção de um povo, condenado em nome de um progresso que passa pela revolução industrial, portanto, sim, nosso montanhês bem que podia estar em Boston, em 1880, participando de um movimento de reivindicações trabalhistas.
s.
ta concedida por Giancarlo Berardi (durante sua visita ao Brasil, como convidado especial do 5º FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte), ao jornalista e editor-chefe do principal site sobre quadrinhos do país, Universo HQ (http://www.universohq.com/), Sidney Gusman e divulgada em 05 de novembro de 2007.
UHQ: Como é o seu método de roteiro?
olo todo o processo, para manter o estilo da série.

Layout de Berardi, com a colaboração de Mantero, para uma página de PÁLIDAS SOMBRAS e a magnífica arte de Milazzo.
Maurizio Mantero nasceu em Gênova, em 12 de junho de 1954. Trabalha com Berardi deste 1979. É roteirista (KEN PARKER, Zona X, Júlia), colorista (KP Collana West e Wellcome to Springville, da mesma série), desenhista (JP4, Zodiaco, Icarus, Papillonia, Magic Patrol) e jornalista.
Lorenzo Calza é natural de Piacenza (02/11/1970), colabora com Berardi nos roteiros de Júlia desde 1998. Compositor, é vocalista de um grupo de rock: Dazed.
Foto: Berardi durante workshop de roteiro - 5º FIQ (Universo HQ).
Ilustrações: Livro KEN PARKER Lungo Fucile, de Gisello Puddu e Mauro Giordani (Editoriale Mercury).
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o-agosto de 1993 e, além de uma capa belíssima (utilizada pela Mythos Editora em seu encardenado nº 2), traz um brinde mais que espetacular para os fãs italianos: um pôster de Rifle Comprido medindo 39 X 26 cm, ilustração inédita de Ivo Milazzo, onde nosso scout, furioso, investe contra um inimigo desconhecido.
essa curiosidade na postagem de 27/01/2008, O KEN PARKER de Milazzo e Trevisan, mas, agora, trazemos imagens. Como é do conhecimento de todos que acompanham nosso trabalho, a série Collana West, apresentada no formato magazine (22 X 28 cm), teve suas páginas remontadas por Maurizio Mantero, duas em uma. Assim, o seu número 12, HOMENS, ANIMAIS E HERÓIS, em sua primeira página apresenta um quadrinho na sua íntegra, onde se pode ver o xerife Pedrito, El Drito, uma homenagem de Berardi e Milazzo à Antonio Terenghi, desenhista italiano e a sua maior criação. Nas demais edições, devido ao formato bonelliano, esse quadrinho foi mutilado, vejam, a seguir, as duas composições:
iave, província de Belluno, Itália e iniciou sua carreira no mundo dos fumetti como letrista. Criou várias personagens, entre elas, Poldino e Poldo, Nuto, o astuto, Ademaro, o corsário, Nita, Tarzanetto, Teddy Sberla, um repórter e suas desavenças com seu editor. Mas é Pedrito, el drito, com seus longos bigodes, capazes de servir uma dose de whisky ou jogar uma partida de pôquer, sua obra-prima. Considerado um dos quadrinhos mais populares da Itália, Pedrito é uma sátira ao clássico xerife hollywoodiano e, provavelmente, o primeiro representante do oeste-espaguete. Vive em Tapioca City, com sua mulher, Paquita. Na foto, Terenghi e Pedrito.KEN PARKERBlog
Editore (SBE), Goran Parlov, teve uma rápida e conturbada passagem pelo Estúdio IEMME, ligado à Parker Editore, onde desenhou as primeiras 50 páginas da história HORAS DE ANGÚSTIA, publicada nos números 03 a 05 da KEN PARKER Magazine (concluíram o episódio Pasquale Frisenda, Giuseppe Barbati, Massimo Bertoloti e Milazzo).
árias peculiaridades: É a edição que detém o recorde de maior atraso de toda a série, distribuída em abril de 1984, exatos sete meses após O SICÁRIO (ago-set/1983); sua capa, magnífica, é inspirada na obra de Giuseppe Pellizza da Volpedo, Il Quarto Stato (ver postagem de 13/01/2008); Berardi comunica aos leitores o cancelamento do título em suas páginas e nelas nosso herói se torna um fora-da-lei.

