28 de janeiro de 2010





André Leal começou a desenhar como todo mundo, com lápis e giz de cera, no jardim de infância. Já publicou suas HQs em revistas, livros, jornais e sites. Freelancer, faz ilustração e quadrinhos, ouvindo música o dia inteiro.

André criou Patrícia Carla para correr de blog em blog, sempre aparecendo para uma rápida visita... Para onde seguirá? Essa decisão cabe ao artista do blog onde ela deu a última passada, e por ai vai... Esta é a segunda passagem da gata por aqui e, como da outra vez, em breve, vai partir para outros ares...




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27 de janeiro de 2010





Vinicius Visentini, ou simplesmente Vini, nasceu há 33 anos atrás na cidade de São Paulo, e mora no interior, na cidade de Valinhos. Sua história começa quando criança, caiu dentro de um tanque que continha a mistura de grafite químico e nanquim radioativo, transformando-o num desenhista mutante! Após anos de treinamento nas técnicas ninjas da Nona Arte se tornou também roteirista, arte-finalista e colorista de HQs. Atua como ilustrador freelancer e quadrinista, mas também lhe sobra tempo pra alimentar suas próprias criações e manter suas maquinações de conquistar o mundo, que podem ser conferidas no blog Submundo mamão.

O Escalador é uma paródia da vida do Homem-Aranha, uma homenagem à personagem da Marvel. Apresentado ao mundo num 30 de janeiro, ele é um jovem que, ao investigar a morte do irmão, encontra equipamentos que passa a usar no combate ao crime e a um clã de vilões – espécie de máfia japonesa hi-tech – que quer dominar, pouco a pouco, as cidades do Brasil.


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Jason Cordeiro Vilas Boas nasceu em 10 de junho de 1977, em Cruzeiro do Sul - AC. Desde criança adora desenhar e o mundo das artes sempre lhe foi fascinante. Hoje, aos 32 anos, é desenhista, chargista, caricaturista, desenhista, artista plástico e escultor. É músico compositor e multi-instrumentista e faz sua primeira participação no KEN PARKERblog. Mora em Rio Branco.

Quebra-queixo, personagem criado por Marcelo Campos. Anti-herói durão que trabalha para a Força Zero, grupo de super-heróis que combatem o crime na mega – megalópole de Nova Fronteira, cidade onde o caos e o nonsense caminham lado a lado. Criado em 1983 e publicado, no Brasil, nas mais variadas formas. Fonte: UniversoHQ.
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Indira Garcez de Medeiros, estudante de Design na Universidade Federal da Bahia, trabalha em ilustrações feitas de próprio punho desde a infância; atualmente busca trabalhos no suporte digital, devido à influência acadêmica. Em seus materiais, sempre traz algo além da mera representação, alguma mensagem, geralmente associada com determinado tipo de humor.

Rei Emir Saad, o monstro de Zanzanov, é um ditador sanguinário do país fictício Ziguinistão. Em suas tirinhas, o Bom Emir, como é chamado pelos súditos, revela sua natureza violenta e intolerante com muita ironia e sarcasmo. Para todos aqueles que por ventura discordarem, contestarem, contrariarem, ou até mesmo não usar a carinhosa referência de “bom”; o FLIF! (onomatopéia) de sua espada cortará alguma cabeça.

O autor André Dahmer consegue, através de seu trabalho, levar o leitor a refletir algumas questões que fazem parte do nosso dia a dia, até mesmo quando são extremamente absurdas ou corriqueiras. As tirinhas do Rei Emir podem ser encontradas no site do G1 ou no malvados.com.br, onde o Rei tem seu próprio hotsite.



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26 de janeiro de 2010





Fabrício Carvalho Campos, o Gordo, curte quadrinhos desde guri. Desenha desde sempre. Técnico em arquitetura, trabalha na praia do Forte, área de projetos... e mora longe que dói, Ilha de São João - Simões Filho -, litoral baiano. Fez sua primeira HQ (04 páginas) tem uns 4 meses e está trabalhando numa segunda (03 páginas). Por enquanto é só...

VINGANÇA, por Fabrício Campos. Inconsolada com as mortes do marido (em operação militar) e da filha (três anos depois), Amanda Rocha Carbonelli, ex-policial procura refúgio em local pacato. Descobre, por acaso, códigos e coordenadas que revelam o envolvimento do marido em importante projeto militar. Investigando, depara-se com base secreta e grande arsenal: armas, trajes e veículos à sua disposição. Agora é Lorena Silva Andrade, codnome Vingança, disposta a fazer justiça com as próprias mãos, odiada tanto pela polícia quanto pelos bandidos, caçando a todos que se julgam acima da "Sua Lei".


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Artista cearense de estilo inconfundível, Adriano Sapão é um dos três fundadores da publicação Projeto Continuum. Dentre suas criações destaca-se a C.T.E.P., Chi Tao, Super-Pacificador, Os Escolhidos e Mói da Justiça (co-criação). Na Day-Kayrú, publicação independente própria, seu estilo é percebido em todo o título. Participa de outras publicações como Liga do Cerrado, Arena, QI, O Sobrancelha, Fercom, como importante colaboração em diversas edições de Lorde Kramus, de Gil Mendes.

Chico Leão é o líder da C.T.E.P. (Comando Tático Especial da Polícia). Oficial militar incorruptível goza do respeito de seus comandados e da delegada Carlona, sua superior e ponto de ligação com o governador cearense. A missão da C.T.E.P. é aplacar a violência crescente que assola Fortaleza. Viúvo, vive com sua filha, Márcia, que nunca se separa de Diablo, seu pitbull.

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SALVADOR MESSINA, dono de um traço alegre e caricaturesco, exerce atividades de ilustração e quadrinhos em trabalhos autorais e comerciais. Formado em Arquitetura e Comunicações na USP/SP. Co-autor em três curtas-metragens de animação, entre eles Masp Movie. Trabalhou na TV Cultura, animando e ilustrando nas séries Rá-Tim-Bum e Castelo Rá-Tim-Bum.

RAN já foi publicado em O Estado de São Paulo (Estadão), Jornal do Brasil (RJ), revistas das editora Abril, Editora Press e Editora Escala. Atualmente está na "rede", em alguns blogs, entre eles Universo Ran e,,, Universo Ran.




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25 de janeiro de 2010



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Adauto Silva, carioca, vizinho de Mestre Shima, de quem é amigo há mais de 3 décadas... desenhista do Recruta Zero e do Fantasma, anos 70, para a RGE (Rio Gráfica Editora) é o ganhador do 26º Prêmio Ângelo Agostini de Melhor Desenhista do País. Sua capas são famosas e sua arte pode ser vista no seu blog e aqui.
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Raio Negro, super-herói criado em 1964/1965 por Gedeone Malagola (autor também do Homem Lua), cuja origem é parecida com a do Lanterna Verde da Era de Prata (que ainda não havia sido lançado no Brasil). É considerado um dos super-heróis brasileiros mais bem sucedidos e famosos. Estreou em gibis em 1965 pela GEP (Gráfica Editora Penteado).



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Que o sucesso seja maior do que o do ano passado!... Será, querido Amoreira, Velho de Guerra e Nanquim, outro grande e maior sucesso. Esta 2ª edição da Semana do Quadrinho Nacional, nosso jeito de comemorar com KEN PARKER o 30 de janeiro e Ângelo Agostini, Nhô-Quim, Jayme Cortez, Zodíaco, Colonnese e todas as belas mulheres que desenhou... Péricles, o Amigo da Onça, Henfil, os Fradins, o pessoal do Pasquim, o terror que fluiu das mãos de Nico Rosso, Shimamoto, Flávio Colin, Mozart Couto, Rodval Matias... os super-heróis em verde e amarelo... Maurício e sua Turma... os Mestres do Quadrinho Nacional... UFA!... Temos muito que comemorar, afinal, estamos no centenário do Tim... (OPS!) digo, falecimento do professor Agostini e vamos começar em grande estilo, com um artista de primeira grandeza, para que não fique dúvida, nossa 2ª HQbras será um grande sucesso!





Bira Dantas é um dos maiores mestres do traço nacional da atualidade. Vive em Campinas - SP, feliz da vida, com Claúdia, Alice e Thaís.Começou desenhando Os Trapalhões, em 1979. Das piadas do Didi às charges foi questão de tempo. Sua arte está em toda parte, de panfletos sindicais a publicações empresariais; nas revistas de quadrinhos, jornais e sites. Vários prêmios em salões de humor, destaques para o 1º lugar em caricatura no International "Ramiz Gökçe" Cartoon Festival, da Turquia/Chipre (2003) e os três HQMix (o de 2008 pela sua adaptação de Dom Quixote para os quadrinhos) .
Personagens: Na sua ilustração podemos encontrar as mais diversas personagens que já ganharam vida através da pena mágica do Bira. Entre eles, Luis Inácio “Lula” da Silva, Os trapalhões, Dom Quixote, personagens que criou para o Sindicato dos Químicos de São Paulo e o próprio Bira nessa maravilhosa festa!
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Para ver mais participações do Bira em nosso blog, clique aqui.


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22 de janeiro de 2010


A eterna magia nas mãos de Ivo Milazzo

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17 de janeiro de 2010



Lobby Card do filme Jeremiah Johnson, medindo 35,5 X 28 cm. Raridade que enriquece, ainda mais, minha Coleção Ken Parker. Presente do amigo André Portocarrero, de Cuiabá – MT –, grande admirador de Rifle Comprido.

João Guilherme

13 de janeiro de 2010

Em 30 de Janeiro de 1869 foi publicada a primeira História em Quadrinhos brasileira, para celebrar esse feito, foi instituído pela Associação de Quadrinhistas e Cartunistas do Estado de São Paulo que o dia 30 de Janeiro seria o Dia dos Quadrinhos Nacionais. Apesar do marco, não é feriado nacional, e portanto, nós do KEN PARKERBlog, convidamos os artistas para participarem da II Semana do Quadrinho Nacional (carinhosamente tratada por nós de II HQbras). Queremos bater a meta de participações do ano anterior, quando contamos com ilustrações de grandes mestres do traço nacional e amantes da Nona Arte em geral, que nos agraciaram com sua arte! Para participarem basta enviar ilustrações, charges, quadrinhos, tiras, etc. de personagens dos quadrinhos nacionais ao lado de KEN PARKER, junto com uma foto ou caricatura do artista e uma mini biografia, até o dia 24 de janeiro de 2010, para : kenparker.blog@gmail.com

O evento será de 25 a 31 de janeiro de 2010.

Aguardamos a participações de vocês.
Lucas Pimenta

10 de janeiro de 2010



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29 de dezembro de 2009

Ninguém melhor descreveu o sertanejo nordestino que Euclides da Cunha e poucos encarnaram tão bem esse Hércules-Quasímodo como Antonio Cedraz. Esta entrevista é um reconhecimento ao adolescente que, na Jacobina dos anos 50, acreditou ser possível desenhar como Marjorie Henderson Buell e ao homem que ousou criar sua própria editora, publica seus próprios projetos e divulga, nas escolas, o seu trabalho: o papai do Xaxado, Mestre da HQ Nacional por direito, que prefere Tex a Ken Parker (está desculpado). Um dia, Cedraz foi homenageado por Ivo Milazzo. Hoje, retribui o carinho com um desenho belíssimo, Rifle Comprido assume ares de um típico sertanejo do nosso Nordeste, meio que desengonçado, como assim descreveu o autor de Os Sertões, mas pronto para surgir como um titã acobreado e potente.


Cedraz é, antes de tudo, um teimoso.


01- Conte-nos, quem é Antonio Cedraz?

Antonio Cedraz é um cabra vindo do interior, cidade de Jacobina. Tem 64 anos e muitos sonhos para serem realizados. Sou
pai de três filhos e avô de três netos.

02- Quando surgiu seu interesse pelos quadrinhos? E quais quadrinhos lia nessa época?

Quando cheguei em Jacobina, descobri essa coisa mágica que são os quadrinhos. Texto e imagem convivendo numa mesma revista. Nessa época eu lia tudo que aparecia em quadrinhos, faroeste, terror, aventura, guerra, ficção, humor e principalmente os infantis. Mas meu predileto era mesmo Tarzan e depois Tex.

03- O intere
sse por quadrinhos veio primeiro do que pelos desenhos? Como o senhor aprendeu a desenhar?

Antes eu pensava que não se fazia desenhos no Brasil, depois vi um garoto desenhando e fui tentar desenhar também. Gostei do resultardo e resolvi ser desenhista. Aprendi a desenhar copiando os autores com quem mais me identificava.

04- Seu traço possui semelhança com personagens de Maurício de Souza, ele é sua maior influência? Que outros artistas influenciaram seu traço, seu trabalho?


O Maurício foi uma grande influência, mas bebi na fonte de Marge (Luluzinha e Bolinha), Disney, e dos brasileiros Orlando Pizzi, Izomar e Igayara.

05- O s
enhor, hoje ainda lê quadrinhos?

Claro que sim, mas não todos. Hoje escolho mais os que me agradam. Já li muito super-herói, mas hoje não leio mais. Estão muito chatos. Prefiro um bom Tex, Ken Parker ou quadrinhos brasileiros. Tenho descoberto muitos quadrinhos brasileiros muito bons.

06- Qual foi seu primeiro trabalho publicado? Foi na Bahia?

Meu primeiro trabalho publicado foi numa editora de São Paulo (não me lembro o nome) depois na Edrel.

07- Quando criou a Turma do Xaxado?

Em 1998.


08- Seu trabalho é
voltado para as crianças, qual sua relação com elas?

As crianças são sinceras e muito criativas. Quando vou às escolas fazer algum bate-papo, me divirto muito com as perguntas criativas das crianças.

09- Xaxado já saiu em livros didáticos de diversas editoras.

Qual sua relação com as escolas e qual a opinião do senhor para a utilização dos quadrinhos em sala de aula?


Utilizo as escolas como meio para vender e difundir o meu trabalho. Hoje os quadrinhos são usados para incentivar
a leitura e procuro mostrar isso em minhas palestras e em meu trabalho.

10- Muitos afirmam que seu trabalho é regionalista, voltado ao público nordestino. Eu acredito mais na universidalidade do seu trabalho, por tratar, sobretudo, de temas humanos e de compreensão para qualquer povo, não importando o lugar onde se vive. Qual sua opinião a respeito?

Uma vez um autor bai
ano me falou que eu nunca ia fazer sucesso com o Xaxado porque ele era muito regional. Engraçado que o sucesso do Xaxado é justamente por ser regional. Quanto à universalidade, já recebi e-mail até de Portugal. Só alguns editores de jornais ou revistas que falam isso como desculpa para não publicar. O Xaxado já foi publicado no maior jornal de Porto Alegre, O SUL, e fez muito sucesso.

11- O senhor criou a Editora Cedraz, poderia nos falar um p
ouco sobre sua produção editorial? O custo das edições, paga-se com as vendas ou o senhor tem que tirar do próprio bolso?

Criei a Editora Cedraz para poder ter onde publicar os meus trabalhos. Nenhuma editora queria publicar então peguei uma grana minha e montei uma editora. Hoje já temos mais de 20 títulos do Xaxado, alguns já em 3ª edição. As vendas pagam os custos e ainda sobra algum para investir em outra edição ou outro título. Além da Editora Cedraz o Xaxado é publicado na Editora Paulinas. Tenho um livrinho, Vamos Rezar, que já está na 4ª edição, em cerca de dois anos.

12- O mercado editorial brasileiro vem crescendo bastante
ultimamente, abrindo espaço para autores nacionais e uma variedade maior de trabalhos de vários estilos nos quadrinhos. Como isso tem beneficiado o senhor?

Até agora não me beneficiou muito não...Minhas publicações são vendidas praticamente na Bahia. O maior favorecimento é na divulgação. Estão divulgando mais o
s autores brasileiros.

13- Como é feita a distribuição do seu material?

Eu tenho uma pessoa que faz contato com as escolas e monta uma feirinha. Eu vou lá faço uma palestra falando do meu trabalho e depois vendemos os livros. Estou pretendendo fazer uma distribuição maior, mas às vezes as vendas não compensam e não pagam nem o porte dos Correios.

14- Além da turma do Xaxado, quais outros personagens o senhor já criou e o que pode vir de novo por ai?


Já fiz muito
s personagens. Os mais conhecidos foram o Joinha, que marcou época e ainda é lembrado por muitos leitores e o Pipoca. Ambos foram publicados em várias partes do Brasil, em jornais e até no exterior. Tenho também a Mutuca, uma garota que joga futebol, mas engavetei tudo e atualmente só estou fazendo a Turma do Xaxado.

15- Fale-nos dos prêmios ganhos e sobre ser considerado Mestre da HQ Nacional.

Mestre, eu nunca me considerei. O título foi uma homenagem aos meus muitos anos de luta para fazer quadrinhos. Tem também seis prêmios HQMIX e outros.

16- Fale-nos sobre o Projeto Xaxado Itinerante.

O Projeto Xaxado Itinerante é para comemorar os 10 anos do Xaxado. Consta de uma exposição de tiras do Xaxado desenhadas por colegas do Brasil todo. Infelizmente, por causa do tempo, não pude convidar muitos outros artistas que certamente gostariam de ter participado e mereciam estar presente. Fica para a próxima. O projeto vai percorrer algumas cidades da Bahia e quem sabe de outros Estados. Já estão me convidando.

17- Fale-nos um pouco sobre a participação desses artistas.

Fiz o convite aos que me pareceram mais receptivos e eles toparam sem questionar. Todos estão na exposição e também no livro. O livro está ficando muito bonito.

18- O livro, na verdade, é uma edição muito especial, 1000 tiras em quadrinhos da Turma do Xaxado. Como o personagem já possui mais de 2.500 tiras, como foi o processo de escolha de qual tira entra
va e qual ficava de fora? O senhor participou dessa seleção?

2.500 tiras não. Já passamos de 3.800 e vem mais por aí. De última hora deixei de fazer a escolha e resolvi publicar em ordem sequencial da tira 2.000 até a 3.000. Foi mais fácil e menos doloroso.

19- Xaxado já foi tema de dissertação de mestrado. Como é ver o seu personagem ganhar asas, além dos limites propostos inicialmente: Os quadrinhos?

Surpreendente. São coisas que não podemos imaginar. De repente chega um cara que você não conhece e pede uma entrevista para uma tese de mestrado. No princípio você fica incrédulo; como pode uma historinha contando das coisas do meu sertão estar despertando tanta curiosidade? É incrível! É muito bom, significa que você não está nessa vida só passando, você está também contribuindo.

20- Vamo
s a KEN PARKER. Quando o senhor conheceu o personagem?

Leio o Ken Parker desde o início. Eu comprava sempre as revistas do Tex e quando vi um faroeste diferente nas bancas comprei e gostei muito. A proposta é muito diferente do Tex e mais trabalhada. No entanto prefiro mais o Tex (desculpe) por ser mais popular. Gosto das coisas populares.

21- O que acha do trabalho de Berardi e Milazzo?

Muito bom. Um enredo cativante e um traço marcante.

22- Qual desenhista que trabalhou com o personagem o senhor prefere?

Desculpe, não sei dizer, preferia quando era desenhado pelo Milazzo.

23- Poderia citar as cinco melhores histórias que já leu?

Não. Gosto mais da primeira fase. A fase atual não me agrada muito.

24- E as cinco piores?

Não sei.

25- Além de KEN PARKER, qual outro trabalho da dupla o senhor conhece?

Não lembro.

26- Em uma de suas visitas ao Brasil, Milazzo, a pedido do seu amigo Wagner Augusto, editor do CLUQ, desenhou Xaxado junto com KEN PARKER. O que o senhor achou dessa homenagem?

Wagner é um amigão meu de São Paulo e foi ele quem pediu ao Milazzo para desenhar o Xaxado. Foi surpreendente. Magnífico!

27- Claro que nosso blog tem uma proposta, e esperamos que o senhor aceite-a. Como uma retribuição a Milazzo e para deleite nosso e de nossos leitores, o senhor poderia fazer um desenho de KEN PARKER junto ao Xaxado?

Vou fazer o desenho sim, me dê só mais um tempinho. Depois
da bienal, eu faço.*

*Cedraz respondeu a estas perguntas dias antes da realização da Bienal do Livro da Bahia, enquanto cuidava do Projeto Xaxado Itinerante. O desenho ao lado foi realizado depois do evento.

28- Mestre, fica aqui nosso eterno agradecimento, por essa magnifica entrevista e esperamos contar com novas colaborações do senhor, quem sabe já na próxima Semana do Quadrinho Nacional? Janeiro de 2010! Prepare-se!

Sempre as ordens. Que venham as surpresas. Gosto muito de ser surpreendido.



Lucas Pimenta

25 de dezembro de 2009

O Natal de Chemako

Um presente do amigo AMoreira



KPBlog

24 de dezembro de 2009

O carinho do amigo Adauto Silva



KPBlog

19 de novembro de 2009




A personagem que contracena com KEN PARKER é Patrícia Carla. Meu amigo André Leal criou Patrícia para correr de blog em blog, sempre aparecendo para uma rápida visita... Para onde seguirá? Essa decisão cabe ao artista do blog onde ela deu a última passada, e por ai vai...Desta vez, Patrícia veio conhecer o KEN e em breve vai partir daqui para outros ares...


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André Leal nasceu em Salvador e começou a desenhar como todo mundo, com lápis e giz de cera, no jardim de infância, ainda antes de aprender a ler e escrever. Fã de Manara, Moebius, Liberatore, Serpieri e John Findley - das páginas da revista Heavy Metal americana; Frank Cho, Adam Hughes e Vittorio Giardino – pela Internet – também são grandes influências. No final dos anos 90, entrou para a faculdade de Filosofia na UFBA (Universidade Federal da Bahia) e, numa das matérias, passou fazendo um trabalho que era, em parte, uma HQ sobre Santo Agostinho. Leal gosta de usar amigos e parte de suas histórias para interagir com personagens inventados em suas HQs, tendo publicado em diversas revistas, livros, jornais e sites, tais como Front, Superinteressante, VIP, TRIP, A tarde, Correio da Bahia e outros. Trabalhando como freelancer, Leal faz ilustração e quadrinhos, ouvindo música o dia inteiro.
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Sites do André Leal:
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Por onde a Patrícia já passou:
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Lucas Pimenta

13 de novembro de 2009




Giancarlo Berardi e Giorgio Cavazzano
Ken Parker Magazine 36 (Jan/96 - SBE)
Extraída do livro Il Riposo del Guerriero (Hazard Edizioni)



KPBlog

24 de outubro de 2009


20 de outubro de 2009





Il Burrone
. idealização e roteiro de Giancarlo Berardi . desenho de Giorgio Cavazzano . publicada na Ken Parker Magazine 31 (Ago/1995 - SBE) . republicada (e extraída) no livro Il Riposo del Guerriero (Hazard Edizioni)





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