15 de setembro de 1870. Um ex-capitão confederado e um terrorista impiedoso atacam o trem que faz a linha Cheyenne – Omaha. Objetivos: assassinar o general Praser, em nome da causa Sul Livre e roubar trinta mil dólares. Na composição está KEN PARKER que viaja até Washington ao encontro de Ely Donehogawa, Comissário para os Assuntos Indígenas (KP 02 – OS CAVALHEIROS – Tendência). Com o general, sua sobrinha, Julie Praser, mas essa é uma outra história.

Na saga de Rifle Comprido, Berardi abordou todos os tipos humanos: Velhos ranzinzas, brutamontes abobados, políticos corruptos, prostitutas carentes, poderosos ditadores, homossexuais, negros e pobres marginalizados, jovens idealistas, padres descrentes, posseiros de-sesperançados, covardes, loucos, mulheres solitárias, obstinados, perversos, guerreiros alucinados, excepcionais e os chamados chatos.
Oake Barnum. Baixinho, gorducho, terno xadrez espalhafatoso, chapéu coco, bigodes e um inseparável charuto fumegando nos lábios. Desajeitado, medroso, inconveniente, sovina, mas com seus momentos de glória, afinal, trata-se de um agente da Pinkerton. Isso mesmo, Barnum faz parte da Agência Nacional de Detetives Pinkerton, fundada em 1850, nos Estados Unidos da América, por Alla

Butch Cassidy e Sundance Kid estão entre eles. O logotipo da agência era um olho circundado pela frase WE NEVER SLEEP (Nós nunca dormimos).
Oake Barnum estava naquele trem. E a confusão começa para nosso herói quando o detetive esconde seu distintivo na bolsa do scout. Mas, apesar de suas trapalhadas, ajuda KEN a caçar os bandidos e resgatar Julie que fora seqüestrada. No final, ficam amig

Em HOMICÍDIO EM WASHINGTON (KP 04), Barnum, com a ajuda do general Praser, livra Rifle Comprido da acusação do assassinato de Donehogawa.
Julie, a sobrinha do general, também aparece nesse episódio, mas, como já disse, essa é outra história.
João Guilherme
Um comentário:
Cara, parabéns!
Adorei esse meu texto.
E sempre estou me relendo.
Você fui muito feliz.
Me abraço,
João Guilherme.
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